Fofurismo – A santa doutrina da fofura universal

“Fofurismo – A santa doutrina da fofura universal”, Escrito pelo Profeta: Edward Blue, é um “livro sagrado” que mistura mitologia de criação, crítica ao ego/poder e um manualzinho de práticas mágicas, tudo embalado na estética da Magia do Caos + Fofura Cósmica.

1) A criação do universo pela Fofura Primordial

Do “nada” surge um Bebê divino, tão absurdamente fofo que sua risada cria o universo inteiro. A fofura é apresentada como a essência que molda tudo, do átomo à estrela.

Esse Bebê cria um planeta e nele espalha vida: unicórnios aparecem como seres puros e regentes, encarregados de proliferar vida e manter a harmonia. Depois surgem os gatos e cachorros, responsáveis por equilibrar o mundo (mesmo vivendo em conflito).

2) Novos seres e a “era perfeita”

Um “bebê pato” nasce de um cílio do criador, e um unicórnio ascende virando Pégaso, guardião dos céus. Um arco-íris gera ainda mais criaturas fofas. O mundo entra numa era ideal, sem dor, com paz e amor.

3) A queda: poder, orgulho e o choro do Bebê

Os seres começam a disputar liderança, e gatos e cachorros tentam dominar tudo. O profeta Edward (encarnado como ornitorrinco) prevê uma catástrofe: o Bebê vai acordar e destruir quase toda a fofura do mundo.

Quando o Bebê acorda, ele chora tanto que destrói toda matéria não protegida. O mundo perfeito acaba e nasce a era “pós-fofura”: tristeza, solidão e sofrimento.

4) O surgimento da humanidade e a maldição do ciclo

Do lamaçal de lágrimas e angústia surgem os humanos, descritos como belos por fora e grotescos por dentro, presos a uma corrente da terra que eles quebram por inconsequência. Vivem a dualidade, fazem tudo que humanos fazem… e morrem.

A morte é tratada como mistério, e os humanos entram num ciclo forçado de renascimento e sofrimento, uma “maldição” que é simplesmente: viver.

5) A promessa e o profeta na era escura

Mesmo com os humanos se afastando do criador, os unicórnios e o Bebê ainda os amam. Surge uma promessa dos “corvos zeladores das almas”: no fim dos tempos, humanos serão levados a um lugar perfeito, sem precisar voltar ao planeta.

Individualismo, vazio interno, cansaço existencial… mas encontra conforto na ideia de que até humanos carregam fofura dentro de si.

A doutrina do Fofurismo (as regras centrais)

  • Tudo é fofo e a fofura é a essência da vida
  • Se tudo é fofo, tudo tem vida
  • O universo é uma grande entidade conectada a pequenas entidades
  • Se conectar com a fofura de algo “fora de você” é se conectar com o criador
  • O que a ciência não explica, a fofura explica (e o que a fofura não explica, não existe)
  • Cada ser molda seu próprio destino (não existe história linear fixa)
  • O sentimento mais puro é a fofura

Práticas mágicas do Fofurismo

1) Regra geral: encantamento ao contrário

Toda magia deve ser recitada de trás pra frente para conectar o desejo à “fofura primordial”.

2) Ritual de banimento com unicórnios (Leste/Norte/Sul/Oeste)

O banimento é feito em estado meditativo, evocando lembranças fofas, repetindo um encantamento invertido em cada direção e visualizando um unicórnio protegendo você. No final, a fofura fica “presente em tudo”.

3) Comunicação com tudo (objetos também “falam”)

Como tudo contém fofura, tudo pode ser comunicado: objetos, lugares, etc.

O exercício propõe observar por uma semana o ambiente e imaginar a “vida” dos objetos (quadros fofocando, caneta apaixonada pela sua mão, luz odiando ficar ligada…). Depois, segurar o objeto e recitar o mantra “EM CON TÊV” (sugere 46 vezes) e então conversar informalmente com ele.

4) Evocação Unicornial + “santos fofos”

Função: proteção, apoio emocional, transmutação

sigilo em kaomoji/estética fofa

5) Alfabeto mágico para “cartas de desejo”

O “alfabeto mágico” para escrever cartas aos unicórnios e queimar depois. Faz a piada de que I e R não têm caractere, porque seriam “criação humana” e “impuros” (ou irrelevantes).

Fofurismo é uma paródia místico-existencial que transforma “fofura” em força divina e método mágico, usando humor para falar de sofrimento humano, ego, e reconexão simbólica com o encantamento do mundo.

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Autor: Edward Blue

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